Mt 7.3-4 - E por que reparas tu
no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vê a trave que está no
teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu
olho; estando uma trave no teu?
Esse texto é um convite a uma reflexão, sobre a nossa conduta em relação ao julgamento dos outros, enquanto nos esquecemos de nos julgarmos a nós mesmos. Aqui, Jesus chama a atenção dos cristãos que tem o hábito de julgar, criticar e até condenar outros irmãos, por comportamentos não aprovados por eles, mas, se esquecem que eles próprios , tem atitudes e comportamentos mais reprováveis, do que aqueles , que se sentem no direito de julgar e por eles condenar o próximo.
O Mestre nos ensina que o rigor que usamos para julgar alguém, será usado em relação a nós mesmos. Cada um deve rever sua própria conduta, antes de apontar o dedo acusatório para os outros.
Jesus não nos proíbe a censura, as opiniões ou a condenação dos erros, pois precisamos sim, saber julgar o pecado, até mesmo para não incorrermos nele. O que não pode é a crítica que procura erros nos outros, passando por cima dos próprios defeitos, enquanto assume o papel de juiz supremo em relação aos pecados dos irmãos.
Corrija seus erros e solucione seus próprios problemas, antes de tentar corrigir os erros do seu próximo.

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